terça-feira, 27 de outubro de 2009

Sarney culpa a imprensa pelo fechamento da Fundação que leva o seu nome



Prédio onde funciona a Fundação José Sarney - Maranhão


O prédio do convento das Mercês, onde funciona a Fundação Sarney deverá ser devolvido ao governo estadual após o fechamento da entidade.

O presidente do Senado José Sarney (PMDB - AP) lamenta o fechamento da Fundação e diz que sua fundação "foi o maior espaço cultural do Maranhão e um dos maiores do Norte e Nordeste".
A entidade é acusada de desviar para empresas fantasmas R$500 mil reais doados pela  Petrobrás para patrocinar um projeto da Fundação.

Sarney não cita as denúnicas de corrupção, mas elege a imprensa como a culpada pelo fim do patrocínío e pelo fechamento da entidade. Em nota Sarney diz que "os doadores que sustentam suspenderam suas contribuições pela exposição com que a instituição passou a ser tratada por alguns órgãos da mídia".

Fonte: www.r7.com



domingo, 18 de outubro de 2009

Obesidade, um risco para a saúde



A constante luta contra as medidas


A obesidade é uma doença complexa. Não existe uma única causa ou cura. Você ganha peso quando você ingere mais calorias do que queima. Mas a obesidade é influenciada por muitos outros fatores como: histórico familiar, o tipo de trabalho que faz, a raça e o ambiente.

Comer demais é muito fácil nos dias de hoje. As porções de fast-food e restaurantes são muito grandes, ao ponto que uma refeição é capaz de lhe dar calorias suficientes para o dia inteiro. A comida também é um foco de atividades sociais. Unir familiares e amigos sempre está relacionado a comidas. E comer também pode ser acolhedor quando você está estressado ou deprimido.

Além disso, as pessoas estão menos ativas. Algumas pessoas odeiam fazer exercícios e outras simplesmente não têm tempo. Muitos aparelhos que usamos também reduzem a atividade diária: elevador, controle remoto, carro, etc. Outras coisas que podem afetar seu peso são o histórico familiar e a genética. Se um dos seus pais é obeso, você tem três vezes mais tendência a se tornar obeso do que pessoas com pais no peso certo. Os hábitos alimentares de sua família e de seus amigos também podem influenciar no seu peso. Outras coisas também podem ajudar no ganho de peso:

Baixa auto-estima: estar acima do peso pode baixar sua auto-estima e levar você a comer como um jeito de se sentir mais confortável. Falhar várias vezes com as dietas também pode trazer problemas, tornando mais difícil perder peso
Preocupações emocionais: estresse, ansiedade ou doenças como a depressão ou a síndrome do pânico levam as pessoas a comer mais. Alguns comem para se acalmar, para evitar lidar com o problema ou para amortecer emoções negativas
Trauma: eventos traumáticos, como abuso sexual, físico ou emocional; a perda de um ente da família ou problemas no casamento podem contribuir para você comer mais
Álcool: bebidas alcoólicas possuem uma quantidade muito grande de calorias. Além disso, podem fazer você ganhar mais peso ao redor do estômago
Remédios: alguns medicamentos e até doenças podem levar ao ganho de peso. São exemplos a Síndrome de Cushing e o hipotireoidismo. Ou tomar antidepressivos e corticóides.

Mais informações: www.yahoo.minhavida.com.br


Atenção:

Mudanças simples na rotina fazem uma grande diferença: andar com o cachorro por meia hora queima 125 calorias e lavar o carro queima 300 calorias, caso não possa frequentar uma academia faça caminhada de 30 minutos diariamete.

Para que essa mudança ocorra é fundamental que o obeso aceite a se tratar e se mostrar disposto a encarar os desafios que virão. Por isso procure ajuda, mude sua rotina e hábitos alimentares, com certeza isso fará muito bem.










sábado, 17 de outubro de 2009

Aborto, um crime sem escrúpulos!

Prática clandestina representa a quarta causa de morte materna no país



Prática ilegal no Brasil pode ultrapassar um milhão por ano


No Brasil, não existem dados oficiais que determinem o número exato de abortos clandestinos, aqueles feitos sem qualquer condição de higiene ou segurança, nem de mortes e complicações decorrentes desse procedimento. O que existem são dados do Ministério da Saúde sobre os casos de aborto atendidos na rede pública de saúde, aqueles considerados legais. São os abortos espontâneos e aqueles autorizados pelos médicos ou pela justiça, quando há risco de morte para a mãe ou para o feto (por exemplo, casos de anencefalia, quando o feto não tem cérebro), ou quando o bebê é resultado de estupro. Foram 218.940 gestantes internadas no SUS em 2008. Dessas, 801 morreram em consequência do aborto.


Mas quando se fala em abortos ilegais, a situação é ainda muito pior. Relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde), de 2005, mostra que quatro milhões e 200 mil mulheres se submetem ao aborto anualmente na América Latina e Caribe, e que 21% das mortes relacionadas com a gravidez, o parto e o pós-parto, têm como causa as complicações do aborto realizado de forma precária.


No Brasil, 31% das gestações são interrompidas, o que representa um número estimado em um milhão e 400 mil abortos realizados em condições precárias, geralmente, conduzidos por pessoas despreparadas.


Mais informações: www.r7.com